| Veneno de aranha é testado para tratamentos
A picada da aranha-armadeira (Phoneutria nigriventer) costuma provocar dor local intensa e, em crianças, pode até causar a morte. Mas toxinas presentes em seu veneno apresentaram potencial terapêutico em pesquisas com camundongos. Ainda não foram realizados testes em humanos. Quatro dessas toxinas se mostraram eficazes para arritmia cardíaca, isquemia (diminuição do fluxo do sangue) cerebral e da retina, dor e disfunção erétil. Um dos grupos no país que pesquisa as propriedades do veneno da armadeira é o da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), sob coordenação do bioquímico Marcus Vinicius Gómez. |
CANAIS DA AÇÃO Gómez e seus colegas têm mostrado que algumas toxinas do veneno inibem canais de cálcio (“poros” celulares) nas células nervosas, que aparecem aumentados em várias patologias. Neste ano, as descobertas relacionadas à isquemia da retina e à arritmia foram publicadas nas revistas científicas “Retina” e “Toxicon”. Para tratar dor crônica, o pesquisador afirma que uma toxina se mostrou até dez vezes mais potente do que a morfina e que, ao contrário dessa substância, não deixa de fazer efeito com o tempo. As toxinas da aranha também são tão eficazes quanto o Prialt, um remédio aprovado nos EUA para tratar dor, uma versão sintética de um princípio ativo encontrado em caramujos marinhos. “Mas nosso experimento mostrou mais vantagens, e uma delas é a menor quantidade de efeitos colaterais, como hipertensão e confusão mental”, afirma Gómez. No caso da isquemia, as toxinas apresentaram uma função neuroprotetora, reduzindo a morte de neurônios provocada pela privação de oxigênio que há nesses casos. Em 1998, no Instituto Butantan, foi identificada a toxina capaz de produzir ereção em homens (um dos possíveis efeitos colaterais da picada da aranha). Os testes também só foram feitos em camundongos. Marta Cordeiro, coordenadora da pesquisa na Funed (Fundação Ezequiel Dias), que participa do estudo sobre o veneno com a UFMG, afirma que ainda há um longo caminho para que as toxinas sejam testadas em humanos e usadas em medicamentos. Fonte: BOL Notícias |
12 DE JULHO DIA DO ENGº FLORESTAL
O engenheiro florestal está diretamente ligado à natureza, é ele quem estuda e planeja a exploração dos recursos florestais, para encontrar o modo adequado e mais racional de aproveitá-los, com o menor risco ambiental possível.
Ele atua não só na prevenção, mas consertando os desastres ambientais causados pelo próprio homem, encontrando uma forma de reparar ou mesmo permitir, de maneira controlada, atividades predatórias nas florestas.
O Osaka reconhece o trabalho e o grande esforço destes profissionais na busca de sempre manter e preservar as florestas do nosso país.
Parabéns a todos os engenheiros Florestais pelo incansável trabalho de conscientização e a bonita missão de preservar uma das nossas maiores riquezas nacionais, nossas matas e florestas.
Flávia Souza
Gestora da Qualidade / Meio ambiente
Você sabia ???
COMO É A VIDA EM UM CUPINZEIRO?
Os cupins formam uma sociedade altamente organizada e passam a maior parte do dia trabalhando em seu ninho. A população de um cupinzeiro está dividida em três castas básicas: casal real, soldados e operários. Cada uma dessas castas tem uma função bem específica. O tamanho do cupinzeiro depende da população da colônia, mas, em média, atinge 60 cm de altura. Ele é feito de terra, areia, saliva e excrementos dos próprios cupins. A construção é tão sólida na parte externa que alguns cupinzeiros de mantém por até 80 anos. O cupinzeiro tem vários túneis e câmaras interligadas por onde circulam milhões de cupins. O ninho nasce tanto pra cima, como para baixo da terra. Entre as milhares de câmaras, uma se destaca: a câmara real. Nela vivem o rei e a rainha, responsáveis pela fundação do ninho e pela multiplicação dos cupins.
Fonte: Terra Curiosidades
Compromisso com o Meio Ambiente
No dia 05 de junho foi o dia Mundial do Meio Ambiente, e a Osaka não podia deixar esta data passar em branco.
Promovemos a semana da conscientização ambiental, que foi de 14 a 18/06/2011.
O foco da 1º semana de conscientização ambiental da Osaka, foi promover consciência e responsabilidade ambiental a todos os colaboradores da empresa.
Abordamos temas como a importância do uso consciente dos recursos naturais como água e energia elétrica. Os benefícios e vantagens em realizar a coleta seletiva, e a destruição que o desenvolvimento humano sem planejamento causou a Mata atlântica.
Como gesto concreto para encerrarmos a 1º semana de conscientização ambiental da Osaka, plantamos 15 mudas de árvores na cidade de São Paulo.
A Osaka acredita no futuro do nosso planeta e investe em um crescimento sustentável.
“ Osaka, ao lado da vida cuidando do nosso maior patrimônio, o planeta !”
Flávia Souza
Gestora da Qualidade / Meio Ambiente
Municípios brasileiros têm até 2014 para transformar lixões em aterros sanitários
A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/10) diz que, até 2014, todos os municípios brasileiros terão que transformar os seus depósitos inadequados de lixo, os chamados “lixões”, em aterros sanitários. Mas será que isso vai ser possível?
Observe alguns números do lixo no Brasil, de acordo com dados provenientes da matéria “Municípios não devem cumprir prazos da Lei de Resíduos Sólidos” publicada em Dci.com.br em 28 de junho de 2011:
Será que os municípios brasileiros vão conseguir transformar seus lixões em aterros sanitários até 2014?
63% dos municípios ainda enviam seus resíduos sólidos para os lixões, fato que – como dizem as empresas desentupidoras – tanto produz entupimentos nas galerias pluviais quanto contamina o solo e a água em mananciais;
59,3% não têm sistema de coleta seletiva;
80,5% não possui métodos e não realizam a compostagem;
70% dos municípios possuem catadores de lixo e materiais recicláveis, mas em 79% das cidades a categoria não tem organização oficial.
Outra coisa que pode-se colocar em questão é a diferença entre aterro controlado e aterro sanitário. Ao que parece, os lixões serão possivelmente transformados em aterros controlados, posto que não há como remover todo o lixo dos lixões para colocar uma manta de proteção do solo e, em seguida, reposicionar o lixo. E é exatamente aqui onde está a diferença entre aterro controlado e aterro sanitário.
Os aterros controlados são uma espécie de remediação dos lixões. Neles, a manta impermeável que bloqueia o acesso do chorume ao solo é colocada, mas somente no lixo novo que chega ao local. Isso significa que o lixo que já estava lá vai continuar derramando chorume anos a fio no solo e nos lençóis d’água abaixo dele.
Nos aterros sanitários, a manta impermeável é colocada desde o início das operações e o chorume é tratado. Alguns aterros sanitários possuem pequenas usinas que transformam o gás proveniente do lixo em eletricidade. Para chegar nesse grau e passar dele, avançando para tecnologias mais sustentáveis, vai ser necessária a arrecadação de uma grande quantidade de recursos financeiros.
Dessa forma, fica a nossa dúvida: será que os municípios conseguirão entrar em conformidade com a lei até 2014? O que você acha? (responda na guia comentários abaixo).
‘Doutor Ratão’ é o terror dos roedores do metrô há 35 anos
m 1975, uma pane parou o metrô de São Paulo por horas. Motivo: os milhões de ratos que infestavam os túneis comeram cabos elétricos importantes e o sistema travou.
Naquela época, aos 36 anos, o higienista Angelo Boggio, que trabalhava na então Secretaria Municipal de Higiene e Saúde, foi chamado às pressas para exterminar a praga urbana.
Ali se iniciava a carreira do “Doutor Ratão” (apelido recebido dos colegas) no metrô. Desde então, nenhum rato causou qualquer outra pane.
Hoje o metrô de São Paulo é considerado um dos mais limpos do mundo. “Agora matamos três por mês, no máximo. Quando comecei, eram milhões. Dava para ver a fila de ratos, a perder de vista.”
Não é exagero. Os roedores faziam fila debaixo do trilho eletrizado com 750 volts de corrente contínua, com o único propósito de se eriçarem, e dessa forma se livrarem dos carrapatos e piolhos que habitavam seus pelos.
O metrô era muito menor. Tinha cerca de sete quilômetros de extensão. Mas Doutor Ratão era um só. Hoje, conta com uma tropa de 33 homens.

Caio Guatelli/Folhapress
O veterinário Angelo Boggio, conhecido como “Doutor Ratão”
Formado em veterinária e com cursos de bioquímica, química macromolecular, ecotoxicologia médica, entre outros no currículo, ele diz que foi o primeiro a montar um serviço de controle de roedores e vetores do Brasil e criar o primeiro Centro de Controle de Zoonoses.
Mas Boggio nunca foi atacado por um rato? “Só uma vez, em Belo Horizonte. Um rato de mais de um quilo me mordeu aqui (mostra o calombo no dedão direito) e arrancou um pedaço”, conta.
“Tomei mais um pouco de conhaque, joguei [o conhaque] em cima, coloquei um esparadrapo e fui dormir”, continua, às gargalhadas.
Não se sabe se foi graças ao álcool, mas “Doutor Ratão” não pegou nenhuma doença.
Mesmo assim, não usa equipamentos de proteção –máscaras, botas, luvas etc–, para trabalhar. Hoje, aos 72 anos, faz um trabalho de vistoria surpresa, duas ou três vezes por semana.
VENENO SECRETO
A equipe do “Doutor Ratão” usa três tipos de veneno, alternados, para evitar que os ratos se acomodem.
Ele não conta a receita dos remédios. Diz apenas que são anticoagulantes que matam os ratos com a perda de sangue, depois de sete dias, a tempo de outros roedores levarem os sachês para a toca e morrerem também. “Eu não escolho os produtos, quem escolhe são os ratos.”
Sachês com venenos são trocados a cada 60 dias, a desinsetização é feita a cada 90 dias e o controle do mosquito da dengue, a cada 20.
Toda noite, as cinco equipes se dividem e fazem o trabalho em trechos: dentro dos trens, nas estações, nos trilhos ou na área externa, num raio de 50 metros da estação.
“Se o metrô parar de fazer isso vai ter invasão de rato e barata até dizer chega. É um trabalho sem fim.” (Os três roedores cinzentos que cruzaram com a repórter na praça da Sé devem concordar.)
Colaborou ALENCAR IZIDORO


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